terça-feira, 26 de maio de 2009

Número três: hora de dar tchau.

Não há coisa mais estranha do que você estar longe de onde você pertence e passar por um baque forte.
Um dia, conversando com um amigo, nos deparamos com o assunto morte. E ele soltou: "Acho engraçado e curioso, pq tenho vontade de sabe quem vai sentir falta de mim quando eu morrer."
Eu sinto.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Número dois: Muitos doutores por m².

Situações engraçadas acontecem quando menos esperamos.
Professores acharem que o rei está na barriga, em universidades estaduais, é - na maioria dos casos - o normal. Mas alunos mostrarem que tem o poder é atípico.
Mas hoje, ver uma reunião de mestres que ostentam orgulho, bossalidade e doutorados é um capítulo a parte na minha formação acadêmica.
Enquanto informações trocadas e uma secretaria acadêmica esdrúxula (sim, isso é o mínimo que falo daqueles brutos!) levaram alunos a serem reprovados e um professor a levar um processo por isso, os egos começaram a se chocar em uma pequena sala.
Também, né, quantos doutores por metro quadrado existia ali?
Quem aguenta um homem tão metódico que fez de toda sua fala um processo formal extenso e cansativo, repetindo até os números de matrícula dos alunos envolvidos uma porção de vezes? Acredito que nem Buda suportaria tamanha antipatia.
Quem aguenta uma coisa tão simples não ter a mínima solução por comodidade? Olha, eu sei que o seu peixe pode morrer a qualquer momento, mas e o peixe dos outros, caramba?
É... O professor em questão nunca me enganou: é um palerma! Se recusa a abonar o seu maldito repouso para (talvez assim tentar) não prejudicar alunos dando um - talvez impossível - curso de férias, se recusar a dar uma solução. Se recusa a discutir com professores, que possuíam bem mais argumentos que aquele "bicha velha" (como uma mestra quase, por pouco, não o chamou).

Eu vi isso. Eu vejo isso.
E o melhor é que não posso, simplesmente, ficar calado.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Número um: Começo.

Resolvi montar, novamente, um blog. Um blog que mostrasse pra todos o meu ângulo de visão de coisas que acontecem - com ou sem a minha opinião.
Resolvi, também, que hoje não vou contar nada, apesar de ter acontecido coisas que foram importantes.
E, por último, resolvi tentar não abandonar este blog.
Espero que, realmente, não o faça.